Nas ciências físicas aprendemos que nossos mundos conhecidos pelos nossos sentidos, se constroem desde uma unidade, ou desde unidades, até uma grande diversidade de diversidades. Desde cedo aprendemos sobre átomos de elementos que se conjugam na formação de moléculas que se conjugam na formação de células que se conjugam na formação de tecidos que se conjugam na formação de órgãos que se conjugam...que se conjugam...que se conjugam...até a visão das diversidades que conhecemos. Nas ciências cosmológicas os diferentes universos conhecidos pelos nossos sentidos nascem de asteróides e planetas orbitando em torno a estrelas gigantes como miniuniversos que se irão conjugando a outros miniuniversos em órbitas, seqüencialmente mais colossais. contendo mais e mais corpos celestes até cristalizar-se em galáxias que se movimentam em torno de um umbigo central, formando mesouniversos, que se conjugarão para formação de universos que coexistirão com outros universos.
Acabamos de descrever rotas de mundos animados e inanimados, de mundos orgânicos e inorgânicos, desde suas unidades básicas até suas diversidades complexas e gigantescas. É o mundo em que vivemos e que tão difícil é para nós ser um habitat satisfatório e acolhedor. É nossa Unidade que se nutre das Diversidades ao seu redor e que, genérica e freneticamente, deve lutar por estes nutrientes em busca de sua sobrevivência, quer contra outras Unidades, quer contra muitas Diversidades.
Paralelamente aos mundos físicos, orgânicos e inorgânicos, nossas Individualidades, que formam um primeiro plano de Diversidades ou de minisociedades no mundo não físico mas, social, irão enfrentar - para suas sobrevivências - uma dupla jornada : nutrir-se nos mundos físicos, orgânicos e inorgânicos, e adaptar-se às diversas Sociedades deste novo mundo social. Não é da gente começar a ter pena de pobres coitados como nós ? Claro que é! O mundo está cheio de doenças e mortes causadas pela incapacidade de Individualidades enfrentarem os desafios exigidos pela sobrevivência dos mais adaptados e dos mais fortes. A própria formação das Sociedades é fruto dos arranjos que se fazem para que as Individualidades se façam mais fortes agregando-se em mini, meso e macro-sociedades com propósitos de resistir à morte e ao extermínio. Assim como as Individualidades mais fracas ficam à mercê das Individualidades mais fortes, estas Individualidades mais fortes unem-se para maior fortalecimento próprio em Sociedades mais fortalecidas para subjugarem Sociedades e Individualidades mais fracas.
É sempre útil uma parada estratégica para que possamos digerir o que lemos, mesmo que tal não seja novidade, para consolidar um conhecimento prévio que se constitua base de uma estrutura sólida de conhecimento porque só o CONHECIMENTO ESTRUTURADO se consolida em nossa memória e nos permite mais e mais círculos concêntricos de conhecimentos, ampliando nossa capacidade de entender os meandros e labirintos dos mundos em que vivemos.
Vou parar por aqui.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Nossos Círculos Sociais Circundantes
Nossos círculos sociais circundantes são todas as pessoas, fatos, instituições, que nos circundam, com os quais nos relacionamos e que são parte integrante da formação de nossa individualidade. Podemos enumerar o que quisermos como integrantes de nossos círculos sociais circundantes - pertencentes ao mundo físico, pessoal, virtual, mental, espiritual. Nossa individualidade começa a ser plasmada no convívio familiar (qualquer que seja a família a que iniciemos pertencendo, biológica ou de contato ou de adoção, a exemplo de quem seja jogado no lixo quando nasce - a que família pertence ? - pois a quem o ache, a quem o acolha, a quem ou àquelas que o ajudem a sobreviver). Nosso inconsciente, a princípio se encarregará de gravar nossos medos, satisfações, emoções e sentimentos que perpassam por nossa vida, ao seu tempo sem história. Nosso consciente, alguns anos a seguir, se encarregará, juntamente com nosso inconsciente sempre ativo ao longo de nossa vida, de gravar alguns de nossos momentos que passarão a ser nossos momentos históricos. No desenrolar de nossas vidas, teremos : círculo familiar( com pais, irmãos, tios, primos), círculo escolar, círculo de grupos, círculo de amigos, círculos de trabalhos, novo círculo familiar (cônjuge, filhos, netos, bisnetos, sogro, sogra, cunhados), círculos das diversas entidades, instituições, de natureza física, pessoal, virtual, mental, espiritual.
Estes universos complexos - sempre em formação e transformação - farão com que nossa individualidade esteja sempre em formação e em transformação - buscando um equilíbrio (sempre instável, nunca estável) entre a unidade que somos e a diversidade dos meios em que vivemos.
Daí porque, modernamente, nossas indivualidades são ditas marcadas por nossos genes (nosso mundo fisico/químico) e nossos meioambientes.
Nosso mundo individual estará sempre buscando viver em equilíbrio com nossos mundos externos - quase sempre sem conseguí-lo. A arte de viver consiste em ser capaz de atingir - como máximo - um equilíbrio instável satisfatório nesta gangorra mundo individual x mundos externos. Daí porque sempre nos depararemos com tantas regras de convivência, não escritas e escritas, entre nossa individualidade com outras individualidades e com outros micro, meso e macrouniversos que nos rodeiam.
Agora, vou dar um tempo para que todos possamos refletir um pouco e mais um bocado a respeito destas complexidades que nem sempre conseguimos entender, razoavelmente, e que nos azucrinam o tempo inteiro, sem que saibamos criar saídas satisfatórias para os problemas que nos criam.
Estes universos complexos - sempre em formação e transformação - farão com que nossa individualidade esteja sempre em formação e em transformação - buscando um equilíbrio (sempre instável, nunca estável) entre a unidade que somos e a diversidade dos meios em que vivemos.
Daí porque, modernamente, nossas indivualidades são ditas marcadas por nossos genes (nosso mundo fisico/químico) e nossos meioambientes.
Nosso mundo individual estará sempre buscando viver em equilíbrio com nossos mundos externos - quase sempre sem conseguí-lo. A arte de viver consiste em ser capaz de atingir - como máximo - um equilíbrio instável satisfatório nesta gangorra mundo individual x mundos externos. Daí porque sempre nos depararemos com tantas regras de convivência, não escritas e escritas, entre nossa individualidade com outras individualidades e com outros micro, meso e macrouniversos que nos rodeiam.
Agora, vou dar um tempo para que todos possamos refletir um pouco e mais um bocado a respeito destas complexidades que nem sempre conseguimos entender, razoavelmente, e que nos azucrinam o tempo inteiro, sem que saibamos criar saídas satisfatórias para os problemas que nos criam.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Visão Simples da Complexidade da Organização Social : Necessidades Básicas
A DECLARAÇÃO UNIVERSAL dos DIREITOS HUMANOS, adotada e proclamada pela Resolução 217 A(III) da ONU, em 10/12/1948, embora sem força legal, pode ser incluida no Sistema Legal Internacional, no mínimo para o "quantum" dos países integrados à ONU e seus signatários.
Nos seus 30 (trinta) artigos (busca GOOGLE : declaração universal dos direitos humanos), em que considera os direitos políticos, cívicos, sociais e econômicos do indivíduos, sejam quais sejam suas coleltividades, suas crenças, sua cores, suas condições sociais e suas idades, reafirma os princípios de Liberdade, Igualdade, Fraternidade que a Revolução Francesa, de 1792 e a Revolução Norte-americana de 1776 constituiram como marcos históricos do desenvolvimento cultural da Humanidade.
Podemos dizer que, sem os Direitos Humanos Universais, estamos, ainda, imersos na Barbárie.
Para que se faça mais simples o entendimentos destes Direitos Humanos, diremos que os mesmos buscam atender às Necessidades Básicas do ser humano e de suas coleltividades, as quais são :
- liberdade responsável
- alimentação
- habitação
- saneamento básico ( coleta, tratamento e disposição de água potável, esgotos, lixo)
- educação
- saúde
- transportes
- comunicações
- lazer
- meio-ambiente salutar
É de chamar-se a atenção para Robert Owen(1771-1858), nascido em Wales (Gales), Grã-Bretanha, um empreendedor durante a I Revolução Industrial, reformador social de grande renome, que se devotou, juntamente com suas atividades industriais, à educação da juventude, melhoria de condições de vida dos pobres, melhoria das condições de trabalho, saúde e educação de seus trabalhadores, considerado o pai do movimento de Cooperativas.
Robert Owen foi o primeiro que colocou em prática e teorizou a respeito das Necessidades Básicas do ser humano e que, através de atos, fatos e pregação, transformou a região de Lanark, onde se situavam seus empreendimentos industriais, num local de aplicação prática de suas idéias, as quais, com o tempo, seriam, paulatinamente, espraiadas pelo mundo, como pode ser verificado hoje, em países, a exemplo de :Inglaterra, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega, Finlândia, França, Alemanha, EE.UU., como os melhores exemplos.
Robert Owen é um destes "melhores, capazes de construir uma Sociedade melhor", conforme aforismo do citado Al Qã Shofr.
Creio que nenhum de nós torcerá o nariz para os dez citados itens como Necessidades Básicas do ser humano e de suas coletividades.
Vale a pena(não é tempo perdido) consultar a Internet via busca GOOGLE,
como : Robert Owen(1771-1858).
Nos seus 30 (trinta) artigos (busca GOOGLE : declaração universal dos direitos humanos), em que considera os direitos políticos, cívicos, sociais e econômicos do indivíduos, sejam quais sejam suas coleltividades, suas crenças, sua cores, suas condições sociais e suas idades, reafirma os princípios de Liberdade, Igualdade, Fraternidade que a Revolução Francesa, de 1792 e a Revolução Norte-americana de 1776 constituiram como marcos históricos do desenvolvimento cultural da Humanidade.
Podemos dizer que, sem os Direitos Humanos Universais, estamos, ainda, imersos na Barbárie.
Para que se faça mais simples o entendimentos destes Direitos Humanos, diremos que os mesmos buscam atender às Necessidades Básicas do ser humano e de suas coleltividades, as quais são :
- liberdade responsável
- alimentação
- habitação
- saneamento básico ( coleta, tratamento e disposição de água potável, esgotos, lixo)
- educação
- saúde
- transportes
- comunicações
- lazer
- meio-ambiente salutar
É de chamar-se a atenção para Robert Owen(1771-1858), nascido em Wales (Gales), Grã-Bretanha, um empreendedor durante a I Revolução Industrial, reformador social de grande renome, que se devotou, juntamente com suas atividades industriais, à educação da juventude, melhoria de condições de vida dos pobres, melhoria das condições de trabalho, saúde e educação de seus trabalhadores, considerado o pai do movimento de Cooperativas.
Robert Owen foi o primeiro que colocou em prática e teorizou a respeito das Necessidades Básicas do ser humano e que, através de atos, fatos e pregação, transformou a região de Lanark, onde se situavam seus empreendimentos industriais, num local de aplicação prática de suas idéias, as quais, com o tempo, seriam, paulatinamente, espraiadas pelo mundo, como pode ser verificado hoje, em países, a exemplo de :Inglaterra, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega, Finlândia, França, Alemanha, EE.UU., como os melhores exemplos.
Robert Owen é um destes "melhores, capazes de construir uma Sociedade melhor", conforme aforismo do citado Al Qã Shofr.
Creio que nenhum de nós torcerá o nariz para os dez citados itens como Necessidades Básicas do ser humano e de suas coletividades.
Vale a pena(não é tempo perdido) consultar a Internet via busca GOOGLE,
como : Robert Owen(1771-1858).
Por uma Sociedade Melhor
Todos almejamos uma Sociedade melhor. Cremos e desejamos que a Sociedade em que vivemos reduzirá seus problemas e se tornará, com o tempo, uma Sociedade melhor. Um pensador árabe, Al Qã Shofr, afirmou, em certa ocasião, que "somente gente melhor é capaz de construir uma Sociedade melhor". Aceitando esta afirmativa aproveitamos dentro do sub-título "Necessidades Básicas" um exemplo de "gente melhor para construir uma Sociedade melhor".
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Visão Simples da Complexidade da Organização Social : Sistema Legal
Conforme já declarado nos primórdios de montagem deste Blog VINDEALMEI, a análise da Organização Social, para poder-se melhorar a Sociedade, é o nosso Objetivo Primordial. Pretendendo avançar neste Objetivo, afirmamos que o Sistema Legal, ou conjunto de Leis de uma Sociedade é a base fundamental de sua Organização Social. Este Sistema Legal tem como pedra fundamental a Constituição do Estado, ou um conjunto de regras legais que deverão reger todas as demais Leis, Decretos, Códices( conjuntos de Leis), Portarias, e quaisquer outros atos administrativos, regulamentos e injunções que tenham respaldo legal. Esta é uma premissa básica (um princípio): a de que nenhuma regra legal possa estar em conflito com a Lei Magna, ou seja com a Constituição do Estado. Sequencialmente à Constituição deveriam se constituir os Códices (conjuntos de Leis) como sub-Constituições, os quais deveriam conformar-se à Constituição e deveriam ter conformados a seus princípios e regras, todos os demais e quaisquer regulamentos e injunções que tenham respaldo legal.
Uma visão correta da sistematização legal, irá permitir que aquilatemos satisfatoriamente os danos causados pela mixórdia legal. Esta presente quando um mesmo fato, um mesmo fenômeno, um mesmo comportamento, passam a ter diferentes leis regulando-lhes suas obrigações individuais, coletivas e sociais, com diferentes qualificações éticas e diferentes penas quantificando-lhes graus de reparações individuais, coletivas e sociais.
A mixórdia legal, constituída pela pletora de leis que permitem as chicanas legais abusivas, levando a impunidades indesejáveis e fonte da desorganização social motivada por diversos pesos e diversas medidas na aplicação de leis conflitivas, incongruentes, acessórias e supérfluas.
Este primeiro momento de pensar a sistematização legal como fonte da ordem ou da desordem social é o primeiro passo para que se veja Simples a Complexidade da Organização Social.
Uma visão correta da sistematização legal, irá permitir que aquilatemos satisfatoriamente os danos causados pela mixórdia legal. Esta presente quando um mesmo fato, um mesmo fenômeno, um mesmo comportamento, passam a ter diferentes leis regulando-lhes suas obrigações individuais, coletivas e sociais, com diferentes qualificações éticas e diferentes penas quantificando-lhes graus de reparações individuais, coletivas e sociais.
A mixórdia legal, constituída pela pletora de leis que permitem as chicanas legais abusivas, levando a impunidades indesejáveis e fonte da desorganização social motivada por diversos pesos e diversas medidas na aplicação de leis conflitivas, incongruentes, acessórias e supérfluas.
Este primeiro momento de pensar a sistematização legal como fonte da ordem ou da desordem social é o primeiro passo para que se veja Simples a Complexidade da Organização Social.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Importância da Organização Social
A Organização Social, aqui entendida como organização das sociedades humanas, é o ambiente geral em que se desenvolvem e se ativam estas sociedades.
Esta Organização Social é, a grosso modo, regida pelo corpo de leis enunciado por cada sociedade individualizada. É reconhecido o denominado Código de Hamurabi como o primeiro corpo de leis enunciado por uma sociedade indivualizada, ao longo da História. A este corpo de leis se denomina Lei Escrita.
As sociedades humanas sem escrita, não deixam de possuir seu corpo de leis; apenas não o possuem na forma de registros; apenas o possuem na forma oral e baseado no comportamento social. A este corpo de leis se denomina Lei Consuetudinária, ou dos hábitos e costumes.
Antecedendo à Organização das sociedades humanas e tendo em vista uma concepção de corpo de leis com origem na Providência Divina e em Planos Sobrenaturais, é este corpo de leis considerado como prevalente às Organizações Sociais e ao qual devem as mesmas sua submissão. A este corpo de leis se denomina Lei Natural.
Caso se queira, invertendo a ordem de apresentação anterior, pode-se hierarquizar dizendo que a Lei Natural antecede a Lei Consuetudinária que antecede a Lei Escrita, ou ainda que a Lei Escrita deve conter as Leis Consuetudinária e Natural.
Esta Organização Social é, a grosso modo, regida pelo corpo de leis enunciado por cada sociedade individualizada. É reconhecido o denominado Código de Hamurabi como o primeiro corpo de leis enunciado por uma sociedade indivualizada, ao longo da História. A este corpo de leis se denomina Lei Escrita.
As sociedades humanas sem escrita, não deixam de possuir seu corpo de leis; apenas não o possuem na forma de registros; apenas o possuem na forma oral e baseado no comportamento social. A este corpo de leis se denomina Lei Consuetudinária, ou dos hábitos e costumes.
Antecedendo à Organização das sociedades humanas e tendo em vista uma concepção de corpo de leis com origem na Providência Divina e em Planos Sobrenaturais, é este corpo de leis considerado como prevalente às Organizações Sociais e ao qual devem as mesmas sua submissão. A este corpo de leis se denomina Lei Natural.
Caso se queira, invertendo a ordem de apresentação anterior, pode-se hierarquizar dizendo que a Lei Natural antecede a Lei Consuetudinária que antecede a Lei Escrita, ou ainda que a Lei Escrita deve conter as Leis Consuetudinária e Natural.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Objetivos
Criar informações e debates sobre a Organização das Sociedades Humanas.
Todos almejamos viver numa Sociedade melhor. Cremos e desejamos que a Sociedade em que vivemos reduzirá seus problemas e se tornará, com o tempo, uma Sociedade melhor. Um pensador árabe, Al Qã Shofr, afirmou, no séc. XVII que "somente gente melhor é capaz de construir uma Sociedade melhor". Aceitando esta afirmativa, iniciamos este "BLOG via Internet" para pensar melhor a reflexão do sábio árabe, ao tentar responder ou interpretar, de forma coerente, o que significa "gente melhor", "Sociedade melhor", "capaz de construir".
Espero que este desejo seja compartilhado por tantos outros com os mesmos propósitos e que, juntos, possamos melhor entender a Sociedade em que vivemos, analisá-la e contribuir para que, progressivamente, atinja melhores patamares de convivência social.
Todos almejamos viver numa Sociedade melhor. Cremos e desejamos que a Sociedade em que vivemos reduzirá seus problemas e se tornará, com o tempo, uma Sociedade melhor. Um pensador árabe, Al Qã Shofr, afirmou, no séc. XVII que "somente gente melhor é capaz de construir uma Sociedade melhor". Aceitando esta afirmativa, iniciamos este "BLOG via Internet" para pensar melhor a reflexão do sábio árabe, ao tentar responder ou interpretar, de forma coerente, o que significa "gente melhor", "Sociedade melhor", "capaz de construir".
Espero que este desejo seja compartilhado por tantos outros com os mesmos propósitos e que, juntos, possamos melhor entender a Sociedade em que vivemos, analisá-la e contribuir para que, progressivamente, atinja melhores patamares de convivência social.
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